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Juliana Benício quer reerguer a história do Barreto

A candidata a prefeita de Niterói Juliana Benício (NOVO) percorreu o Barreto pela segunda vez na campanha. 

O Fluminense

A caminhada de hoje demorou mais porque muitos moradores conversaram com ela, ouviram detalhes do programa de governo e muitos já a conheciam.

Juliana Benício em campanha pelas ruas de Niterói - Foto: Divulgação

- Senti o crescimento da campanha no bairro, recebi orações e muita energia positiva dos moradores. Os feirantes me reconheceram e pediram material para divulgar com amigos e parentes. Eles me veem nos jornais, nos sites de notícias e estão gostando das propostas. O Barreto me fez ficar mais confiante.

A história do bairro fascina a Juliana, que pretende levantar todas as informações, reerguer a história do Barreto, um patrimônio cultural de Niterói não reconhecido.

- É uma história de coragem. O nome é uma referência ao frei José Barreto Coutinho de Azevedo Rangel e em meados do século XIX muitas indústrias começaram a se instalar, daí a quantidade de prédios de bela arquitetura, verdadeiros “arquivos” que guardam a história preciosa do bairro e da nossa Niterói. É preciso levantar essa história, revitalizar esses prédios tão importantes para a memória e cultura da cidade, disse a candidata.

Juliana Benício disse que a partir dos anos 1960 o Barreto começou a sofrer um crescimento populacional enorme e a infraestrutura não acompanhou.

- É um bairro cheio de desafios como segurança, saúde. Apesar da sua importância o Barreto parece esquecido pela prefeitura como, aliás, boa parte da cidade. Vamos trabalhar pesado para resolver questões fundamentais como a falta de zeladoria, a falha na segurança pública.

A candidata do NOVO conta que a crise econômica dos anos 1970 provocou um êxodo brutal de industrias do Barreto e arredores porque muitas existentes fecharam as portas. O bairro que havia nascido em vilas operárias 100 anos antes (1870) acabou sendo muito prejudicado.

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