Pular para o conteúdo principal

Bernardo Abreu (Niterói) e Pedro Duarte (Rio) se destacam na reta final das eleições como candidatos a Vereador pelo Partido Novo

Moradores de grandes centros urbanos que sofrem com problemas diários no trânsito, os dois candidatos a Vereador do Estado do Rio largaram na frente de seus concorrentes.

Por Jacielli Adame | Jornal do Estado do Rio 

Antes mesmo das eleições, Bernardo Abreu e Pedro Duarte mostraram que estão realmente dedicados à melhora da mobilidade urbana e formalizaram compromissos nesta área, que são algumas de suas principais bandeiras.


Os dois candidatos assinaram nesta semana junto à AMOBITEC, Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia, o Compromisso pela Nova Mobilidade. No documento, se comprometem a garantir inovação no setor da mobilidade, promover a melhoria dos sistemas de transporte públicos, além de garantirem a abertura de dados do transporte público, o que é fundamental para a transparência e fiscalização no setor.

Questionado sobre suas ideias na mobilidade urbana, Bernardo Abreu respondeu: 

“O meu principal foco são as ações de curto prazo e baixo custo, voltadas para o ordenamento urbano da cidade. Entendo que não é preciso obras megalomaníacas para resolver uma parte deste problema rotineiro e que tanto incomoda os niteroienses, como eu. É um absurdo uma cidade como Niterói não ter sequer o serviço de bicicletas compartilhadas.”

Já Pedro Duarte afirma: 

“É fundamental defender cidades com mais liberdade no setor de mobilidade para que haja mais espaço para diferentes tipos de modais e um maior incentivo a novas iniciativas na área. Com mais liberdade, inovação e transparência, é possível termos um Rio mais dinâmico e inteligente.”

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Daniel José: o que eu fiz pela Educação na ALESP

Em 2019 tive a oportunidade de fazer muito pela educação: Participei da CPI das Universidades, da Comissão de Educação e Cultura também faço parte do Conselho Consultivo da USP. Além disso, protocolei o Projeto de Lei ICMS educacional. Daniel José | Deputado Estadual (NOVO-SP) 2020 será um ano de muitas mudanças positivas para a educação de São Paulo e sinto-me honrado em fazer parte disso. Vamos com tudo! Polo Azul (Masculina)

Deputado quer fazer ‘revogaço’ de leis e burocracia na Assembleia Legislativa de São Paulo (VIDEO)

Você sabia que há uma lei em vigor no Estado de São Paulo, que isenta da cobrança de frete ferroviário o transporte de pombos-correio? Por Fernando Henrique Martins | Gazeta do Povo Parece piada, mas não é. Trata-se da Lei n.º 943 de 1951 , proposta pelo então deputado Antônio Sylvio Cunha Bueno, aprovada por seus pares, e sancionada pelo governador Adhemar de Barros. Deputado Estadual Ricardo Mellão (NOVO-SP) | Reprodução Assim como essa, tantas outras leis sem qualquer utilização prática ou relevância atravancam o sistema de cidades, estados e do País. É exatamente esse o ponto que o deputado estadual Ricardo Mellão (Novo) pretende atacar em sua legislatura. “Temos feito um trabalho que inicia na desburocratização legislativa. Minha equipe levantou 15 mil lei e descobrimos que 73% delas dizem respeito a denominações de viadutos, estradas, além de datas comemorativas, como Dia do Saci, Dia do Tomate. Só sobre o Dia da Uva temos três datas diferentes”, explica o parlame

Bancada do NOVO na ALERJ defende reforma tributária do estado

Com apenas 2 deputados estaduais, Chico Bulhões e Alexandre Feitas, o NOVO defende que o estado do Rio de Janeiro passe por uma reforma tributária, além da privatização da CEDAE. Por Quintino Gomes Freire | Diário do Rio Em discurso ontem, 5ª (14/3), o líder do partido, Bulhões, disse “Precisamos fazer estudos para entender onde estão os gargalos, como é que a gente consegue aumentar a competitividade das empresas que querem se instalar no Rio de Janeiro, gerando empregos e renda“. Deputados Estaduais Alexandre Freitas e Chicão Bulhões (NOVO-RJ) Ele elogiou o esforço da Secretaria de Fazenda no combate à sonegação e a corrupção na concessão de incentivos fiscais do estado, mas questionou o foco do governo na ampliação das receitas. Destacando que a crise fiscal também é uma crise de despesas. “Responsabilidade fiscal demanda responsabilidade com despesas. Não é sufocar apenas o contribuinte. É claro que tem que se punir quem está errado, mas também reconhecer que o esta